Era Outubro, a lua brilhava em um tom amarelado no céu, deixando meu quarto com um ar misterioso. Estava encostada na janela apreciando as batidas do relógio, enquanto esperava Isabela chegar. Decidi checar a aparência novamente, me olho no espelo e começo a pentetar meus cabelos, ajeito a barra de meu vestido, e me sobressalto com o toque de meu celular. Desço as escadas e sigo até o carro, onde minha melhor amiga me espera, então, seguimos para o cinema.
Estava vazio para a sessão das 18:00 horas, mas mesmo assim entramos. Compramos uma pipoca, carimbamos nossos ingressos, e mencionamos alguma coisa sobre as provas finais. Para justificar o vazio do cinema, o filme era ridículo. Zumbis deformados, moto-serras de brinquedo faziam o sangue falso jorrar violentamente para todos os lados, o que me fazia rir.
Voltei a pé para casa, notando o silêncio das ruas e alguém me seguindo anciosamente. As luzes dos postes oscilavam deixando evidente que haveria uma tempestade a qualquer momento, pigarreei. Minha casa estava com a porta aberta, o que era estranho, já que tranquei com duas voltas da chave e logo depois a guardei.
Estava vazio para a sessão das 18:00 horas, mas mesmo assim entramos. Compramos uma pipoca, carimbamos nossos ingressos, e mencionamos alguma coisa sobre as provas finais. Para justificar o vazio do cinema, o filme era ridículo. Zumbis deformados, moto-serras de brinquedo faziam o sangue falso jorrar violentamente para todos os lados, o que me fazia rir.
Voltei a pé para casa, notando o silêncio das ruas e alguém me seguindo anciosamente. As luzes dos postes oscilavam deixando evidente que haveria uma tempestade a qualquer momento, pigarreei. Minha casa estava com a porta aberta, o que era estranho, já que tranquei com duas voltas da chave e logo depois a guardei.
Apalpei os compartimentos de minha bolsa, mas não encontrei nada, nenhuma chave. Hesitando entrei em casa, procurando pelo motivo da porta aberta. Ando lentamente para a cozinha e procuro o interruptor, mas a luz havia acabado me fazendo rir baixo sobre como todos esses fios sao sensíveis a qualquer ventinho que bate. Então notei a torneira pigando, alguém a usou.
Barulhos no segundo andar me chamaram a antenção, decidi subir. Meu quarto estava com as janelas abertas, deixando uma forte rajada de vento entrar e fazer as cortinas chicotearem o ar. O vento frio me fez tremer, e todos os pêlos de minha nuca arrepiar. Um vulto parrou pela minha porta, algo muito semelhante com a forma humana. Me assustei e perdi o ar, meu coração disparou, então corri.
Desci as escadas aos tropeços, uma força invisível me jogou no chão, e alguém agarrou meu braço, me fazendo de pé. Estava tonta, tudo ao meu redor girava, até que notei alguém parado olhando para mim, com algo nas mãos. Parecia Matt, mas não falo com ele desde a semana passada, quando brigamos.
A forma parecia se mover em minha direção, mancando ergueu oque parecia ser um taco pesado de baseball, e o jogou em mim. Desviei e cai, me sentindo uma idiota. A coisa estava brava. Vi que desistiu de sua "arma" e correu até mim, com os braços esticados e as mãos abertas, agarrou meu pescoço e me ergueu a uns 40 centímetros do chão. Só assim pude enxergá-lo.
Estava usando uma camisa de lenhador suja por diversas manchas, jeans rasgado e surrado. Seu rosto era nojento, haviam cicatrizes por todos os lugares, e era sujo. Ele gritava algo do tipo: "Esta na hora, você merece morrer!". meu ar ia acabando, suas mãos apertavam meu pescoço cada vez mais forte. Lutei com o car, até que chutei sua barriga, e ele me jogou no chão.Barulhos no segundo andar me chamaram a antenção, decidi subir. Meu quarto estava com as janelas abertas, deixando uma forte rajada de vento entrar e fazer as cortinas chicotearem o ar. O vento frio me fez tremer, e todos os pêlos de minha nuca arrepiar. Um vulto parrou pela minha porta, algo muito semelhante com a forma humana. Me assustei e perdi o ar, meu coração disparou, então corri.
Desci as escadas aos tropeços, uma força invisível me jogou no chão, e alguém agarrou meu braço, me fazendo de pé. Estava tonta, tudo ao meu redor girava, até que notei alguém parado olhando para mim, com algo nas mãos. Parecia Matt, mas não falo com ele desde a semana passada, quando brigamos.
A forma parecia se mover em minha direção, mancando ergueu oque parecia ser um taco pesado de baseball, e o jogou em mim. Desviei e cai, me sentindo uma idiota. A coisa estava brava. Vi que desistiu de sua "arma" e correu até mim, com os braços esticados e as mãos abertas, agarrou meu pescoço e me ergueu a uns 40 centímetros do chão. Só assim pude enxergá-lo.
Abri meus olhos e me deparei com Isabela assistindo MTV, olhando para mim com uma cara de "Você é louca". Só entendi quando notei que estava no chão, deitada, com uma perna pendurada no sofá e a outra jogada por cima do tapete. Era um sonho? Parecia tão real, todos aqueles personagens agora estavam na minha televisão, e dizia "O Massacre dos Zumbis de Manhattam", comecei a rir. Minha mãe comentou sobre como eu ando estranha e vi Isabela concordar, eles não entendem. Só sei que tenho que parar de assistir filmes todos os dias, isso faz mal pra mim.
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Meu texto, é lindo.
Ull, radecal
ResponderExcluirOIEUROEIUR
xai eu . dirijo hmm, ERIOEUIORUEIUR